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A restrição de energia intermitente pode resultar em melhorias na sensibilidade à insulina e controle de peso MAIS do que a restrição diária de energia (contar calorias)


A escassez de alimentos tem sido uma força motriz para a evolução dos sistemas nervosos; de fato, mesmo as capacidades mais avançadas do cérebro humano (imaginação, criatividade e linguagem) surgiram através de seleção para indivíduos que adeptaram a cooperação para adquirir e compartilhar alimentos. 



No entanto, as pessoas nas sociedades modernas geralmente consomem alimentos 3 ou + vezes por dia. Toda vez que eles comem, as reservas de glicogênio no fígado são reabastecidas; o glicogênio do fígado fornece 700-900 calorias de glicose ou energia, uma quantidade que vai durar de 10 a 14 horas em indivíduos que não se exercitam. 
Posteriormente, as reservas de energia do fígado são esgotadas, os níveis de glicose em circulação permanecem baixos e as células adiposas liberam ácidos graxos "GORDURA'', que são convertidos no fígado como corpos cetônicos e acetoacetato (AcAc), que são liberados no sangue e são usados como energia.



A mudança entre os períodos de tempo do balanço energético negativo (jejuns e / ou exercícios curtos) e equilíbrio energético positivo (alimentação e repouso) pode otimizar a saúde geral e a saúde do cérebro. Os benefícios para a saúde são : sensibilidade à insulina, redução da gordura abdominal, manutenção da massa muscular e redução da freqüência cardíaca e pressão arterial 7
A EVOLUÇÃO DO CÉREBRO, INCLUINDO FUNÇÕES CORTICAIS SUPERIORES DOS HUMANOS (IMAGINAÇÃO, CRIATIVIDADE E LINGUAGEM), FOI IMPULSIONADA PELA NECESSIDADE DE MANTER ALTOS NÍVEIS DE DESEMPENHO EM UM ESTADO DE PRIVAÇÃO DE ALIMENTO (JEJUM)






Traduzido e adaptado por Flávia Trajano


Criadora da Fan Page e administradora do grupo : JEJUM INTERMITENTE SEM MITOS

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